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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Assédio moral cresce em meio à crise econômica; veja sinais e o que fazer

Não é só o desemprego que pode causar danos psicológicos durante a crise econômica. Para quem está empregado, o assédio moral, impulsionado pela pressão por resultados, também tem sérias consequências. Por isso, o EXTRA traz orientações de especialistas para identificar a situação e reagir. Segundo eles, assédio moral não é crime, mas o autor pode responder administrativamente na empresa — sendo demitido por justa causa — e financeiramente, por danos morais e até materiais (quando há gastos com remédios e consultas, por exemplo) gerados à vítima.
— O assédio moral pode acontecer não só por parte do empregador, mas por seus funcionários. Ele é caracterizado como violência psicológica, humilhação e, muitas vezes, perseguição no ambiente de trabalho. Mas existem outras evidências de assédio moral além dessas, pois é importante que seja verificada a regularidade dos ataques durante um determinado período de tempo — explica a advogada Patrícia Reis, da Neves Bezerra Advogados Associados.
Isso não quer dizer que atitudes de violência isoladas devem ficar impunes. Segundo o advogado Renato dos Santos, sócio da S2 Consultoria — especializada em prevenir e tratar atos de assédio —, chamar um funcionário de “lixo” rende uma acusação por injúria, por exemplo. Mas para ser assédio, a característica da repetitividade é necessária, além da direcionalidade:

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