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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Trabalhadores da CAGEPA cruzam os braços contra assédio moral em Pombal

Jozivan Antero 

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas da Paraíba – STIUPB decidiu radicalizar a ação contra o assédio moral praticado dentro da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba – CAGEPA. Durante essa quinta e sexta-feira, dias 05 e 06, respectivamente, os trabalhadores da CAGEPA na cidade de Pombal cruzaram os braços exigindo respeito da gerência regional do órgão, que tem sede em Sousa, bem como denunciaram prática abusiva por parte do coordenador local da empresa.

A atividade de mobilização está sendo realizada na porta da CAGEPA, Rua Saturnino Rodrigues, Bairro Petrópolis, em Pombal. Todos os trabalhadores paralisaram as atividades acusando a gerência de atos abusivos contra os trabalhadores e principalmente contra a funcionária Geania Mere que depois de oito anos exercendo função interna foi posta para trabalhar em campo sem justificativa plausível e de forma incompatível com as normas de direção.

O presidente do STIUPB, Wilton Maia Velez, está acompanhando a mobilização pessoalmente na cidade de Pombal. Membros da diretoria do sindicato também permanecem na vigília e nesta quinta-feira foi feita denúncia ao Ministério Público – MP para apurar os fatos expostos pelos trabalhadores com relação ao assédio moral dentro na CAGEPA. “Três homens colocam a companheira (Geania) numa sala e tentaram pressionar a companheira. Ela colocou o celular gravando em cima da mesa, disse: “o que vocês tiverem para falar, falem aqui gravando”. Isso de certa forma os intimidou. A partir daí eles começaram a fazer punição aos trabalhadores”, disse Wilton Maia que também denunciou outras questões que começaram a se agravar logo após a greve da categoria ocorrida há cerca de 30 dias.

Em contato com o coordenador local da CAGEPA, Wilton Severos, esse disse entre outras questões que os fatos relatados pelo presidente do STIUPB podem ser explicados sem nenhum problema e que também vai acionar os meios legais para que tudo seja esclarecido.

Fonte: Partosonline



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