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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Assédio Moral tem palestra especial e lançamento de Cartilha do SINTRAPP/CUT

A Professora Margarida Barreto iniciou sua palestra com o lançamento da "Cartilha" e anunciou que o Assédio Moral no trabalho é definido como qualquer conduta abusiva...Ela citou inúmeros casos já comprovados em empresas públicas ou privadas, ameaçando e degradando o clima de trabalho.
O trabalho no mundo globalizado é caracterizado por competitividade, individualismo e profundidade, favorecendo a prática de um dos grandes males para a saúde física e mental dos trabalhadores: o Assédio Moral. Com estas palavras, a Profª.Drª.Margarida Barreto deu inicio à sua palestra do ultimo dia 21 de Junho no Salão Nobre das Faculdades Toledo em Presidente Prudente. Ela veio especialmente para o lançamento da Cartilha do Assédio Moral no Serviço Publico, uma publicação do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Presidente Prudente e região/SINTRAPP, comemorando seus 25 anos de implantação. A palestrante convidada fez uma abordagem geral do tema e relatou episódios  ocorridos recentemente e que envolvem não só entidades públicas, mas também multinacionais, repartições governamentais, empresas e instituições das mais diferentes modalidades.  

O tema Assédio Moral é definido como: humilhação, crítica exagerada e agressão verbal no local de trabalho. A Cartilha diz em letras cheias: ASSÉDIO MORAL É CRIME... DENUNCIE ! Somente unidos enfrentaremos este mal que assola a saúde dos trabalhadores. Se você é vítima ou testemunha de Assédio Moral, não seja conivente: Denuncie! O objetivo dessa cartilha - parte integrante da Campanha de Combate ao Assédio Moral no Serviço Público - é fornecer aos servidores públicos municipais de Presidente Prudente e região, informações básicas sobre a caracterização do Assédio Moral. O intuito é o de enfrentar esse problema cada vez mais frequente nos locais de trabalho; abordando causas e consequências, com a perspectiva de humanizar as relações no ambiente onde se desenvolvem atividades profissionais.  

Margarida Barreto citou exemplos, como o ocorrido na 1ª greve contra o Assédio Moral em Taubaté/SP, que culminou com a assinatura de um acordo entre o Sindicato e a empresa denunciada. E lembrou que as pressões são muitas e vem de todos os lados, em especial nas grandes corporações. Por isso - disse - é fundamental o fortalecimento e a união dos trabalhadores na denúncia dos abusos, dando visibilidade a essa violência. Discriminar, desqualificar e humilhar o outro: é necessária vigilância constante, combater o medo, o individualismo e pequenas disputas, com Sindicato e trabalhadores juntos. A propósito ela foi informada pelo Coordenador Regional do Sindicato dos Funcionários do Sistema Prisional/SIFUPESP que o Assédio Moral entre os prestadores de serviços ao Estado é constante. As queixas se multiplicam em forma de transferências ou ameaças de transferências de Servidores (bondes) por qualquer motivo; e também passam a exigir providências.

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