"Sofrimento é passageiro, desistir é para sempre"

"Sofrimento é passageiro, desistir é para sempre" Lance Armstrong


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Não deixe o assédio baixar seu moral



Em mercados super concorridos, metas a qualquer preço, competição entre colegas e superiores exercendo pressão fazem parte do cotidiano nas empresas. Saber o limite é fundamental para não cometer e não sofrer assédio moral. O Cerest (Centro de Referência da Saúde do Trabalhador) em busca de clarear as definições e comportamentos que podem extrapolar a área profissional e prejudicar o ser humano promoveu no dia 10 o debate Assédio Moral/Saúde Mental.

As discussões foram orientadas pela psicologa Andrea Garbin. Segundo ela, para se configurar assédio não precisa existir relação de hierarquia, a violência pode ocorrer entre colegas de mesmo nível na empresa ou de subordinado para superior. Veja abaixo os principais pontos sobre o assunto:

Definição: forma de violência e de  individualizar uma pessoa;


Formas como se expressa:


  • pressão para atender as demandas
  • discriminação
  • isolamento no local de trabalho
  • humilhação por não cumprir metas
  • apelidos e brincadeira quando apenas um se diverte
  • Formas mais sutil: ironia na voz e no olhar, risos ou gráfico de produtividades expostos
  • Trabalho em grupo: o próprio grupo faz pressão para que um indivíduo atinja as metas.

Estas situações tem que ser repetidas;

Consequências: doenças, descontentamento e depressão.

Como comprovar:


  • relatar, escrever, registrar o acontecimento como forma de histórico
  • guardar atestado
  • registrar os remédios que utilizou em função do problema
  • comprovantes de que passou com o médico da empresa.


A Justiça do Trabalho em recentes julgamentos aceitou um conotação mais flexível de assédio moral e em suas sentenças, além da indenização financeira, condenou as empresas a fornecer cursos sobre assédio moral aos trabalhadores.

Principais vítimas:  sindicalista, mulheres, pessoas que não atingem metas.

O evento aconteceu no Sindpetro (Sindicato Unificado dos Petroleiros do Estadado de São Paulo)  e o SINTPq participou com a presença de dois diretores: Paulo Porsani e Márcio Martins.

Fonte: SINTPq


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