"Sofrimento é passageiro, desistir é para sempre"

"Sofrimento é passageiro, desistir é para sempre" Lance Armstrong


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Relato 22 (Porquê Pedi Demissão do Banco)


É sabido por muitos, em especial os interessados pelo tema assédio moral no trabalho, que pesa sobre as instituições bancárias do Brasil, um grande número de acusações nas mais diversas formas e manifestações do mesmo.

Segue abaixo o relato de um ex funcionário do Banco do Brasil (BB) em carta onde justifica seu pedido de demissão a instâncias superiores, a poucos dias de sua aposentadoria por não mais suportar o peso do assédio moral em sua vida.


Prezados Senhores,


Depois de 34 anos e nove meses, protocolei nesta data meu pedido de demissão dos quadros de funcionários do Banco do Brasil.

Confesso que não foi uma coisa fácil. Construí minha vida no BB, onde entrei com 15 anos de idade. Funcionários de banco ajudaram a formar meu caráter, me passando diariamente lições de honestidade, ética, respeito aos funcionários e aos clientes e transparência. Durante muitos anos me orgulhei de ter o sobrenome “Banco do Brasil”. Não existia o individuo, existia o "Fulano" do Banco do Brasil. Isso sempre foi motivo de orgulho para todos os que trabalhavam na casa. Digo foi, pois já não tenho certeza se o é.

Parece soar estranho alguém se demitir do Banco do Brasil. Ainda mais após construir uma sólida carreira e estando a poucos meses da aposentadoria. Tanto parece que vou lhes expor os motivos de minha decisão.

Como é sabido, há mais de 3 anos sofro processo intenso de assédio moral promovido pela Superintendência Norte. Registre-se, a bem da verdade, que não sou o único e nem faço parte da minoria. A execração e pressão desmedida se tornaram a forma administrativa dessa e de outras superintendências.

Neste processo adoeci e, pela primeira vez, tive que ser afastado para tentar curar a depressão adquirida. Acabei sendo descomissionado, em férias, pela Superintendência Estadual – que não tem alçada para isto - num ato nunca visto da minha longa carreira no BB, sem que me fosse apresentado qualquer motivo que dessa origem a punição e sem abertura do processo administrativo conforme determinam as instruções.

Denunciei (coisa que ninguém tem coragem de fazer) o abuso a todos os órgãos que poderiam, se quisessem, por um fim a este processo criminoso. Todos, sem exceção, se furtaram a tomar qualquer ação.

Primeiramente a unidade da Gestão de Pessoas - GEPES tentou me enrolar sem querer dizer o motivo. Há muito custo descobri que se tratava de “comportamento incompatível”, porém não me foi esclarecido quais atos geraram essa interpretação de padrão de comportamento incompatível.

Posteriormente denunciei a OUVIDORIA que também não tomou nenhuma atitude. Ao contrário, após ter se esgotado o prazo de 30 dias, ainda me mandou em email malcriado, sem explicar o motivo da demora. Quando finalmente tive que procurar a justiça para garantir meu salário (conseguido através de liminar), a Ouvidoria se escondeu atrás desse processo para, também, não tomar nenhuma atitude contra os assediadores.

Isso confirma o sentimento da rede de que a ouvidoria só serve para punir gerentes de agencia, porque quando se tratam de Gerentes Regionais e Superintendentes ela se torna submissa e tem medo de afrontá-los.

Diante de mais esse ato de fraqueza da instituição busquei refugio na unidade de  Auditoria-SP2 que ficou num jogo de empurra com a Auditoria-SP3 e também não tomou nenhum atitude. Nova prova de submissão.

Tentei ainda a Diretoria de Relações com Funcionários (DIREF) e a Diretoria de Pessoal (DIPES). E o que conseguimos? NADA!

Gostaria que ficasse claro que, muito além de uma resposta positiva e que restabelecesse a moralidade e o direito, eu gostaria de ter alguma resposta! Que me provassem que eu estava errado, que os “deuses” das Gerencias Regionais de Varejo (GEREV’s) e das Superintendências podem tudo, até desrespeitar os normativos e a dignidade dos funcionários, mas que DISSESSEM ALGUMA COISA! 

O silencio absoluto de todos os órgãos me deixa com a clara sensação de que não podem dizer que estou errado, pois tenho conhecimento e convicção plena de que estou certo, e que a impunidade aos assediadores tem se tornado pratica na instituição.

Dessa forma, com o vencimento de minha licença-saúde em 01/06/2012 voltei a agencia para reassumir como “posto efetivo”, às 09:00 horas da manhã. Devido ao grande tempo de afastamento, solicitei a funcionaria que desbloqueasse minha senha para acessar o sistema.

Para minha surpresa, todos meus acessos tinham sido revogados e não conseguia ler nenhuma instrução. Consegui apenas ler meu correio pessoal, onde havia uma “nota técnica” do Gerente Regional, me negando o direito de sair de férias, que já estavam marcadas e autorizadas pelo banco, conforme documentos em meu poder. Note-se que ele apenas respondeu a referida “Nota Técnica” num horário em que eu já não estava mais na agencia, como forma de justificar um futuro ato de insubordinação e dar falsa sustentação a um processo totalmente fora dos normativos e de que eu já havia sido informado em out/2011.

Verificando as normas, observamos que precisava buscar o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO) na CASSI - Caixa de Assistência dos Funcionários do BB (que só atende no período da tarde) e, como não estava conseguindo trabalhar por não ter acesso a nenhum sistema, busquei a CASSI para fazer o ASO e retornar ao trabalho. Como o INSS já havia negado a prorrogação da licença (existe uma norma interna de que para casos de depressão o afastamento não pode ser superior a 120 dias), seria natural que a CASSI me considerasse apto ao retorno.

Porém, em função do meu estado de saúde e dos laudos médicos apresentados, a médica da CASSI prorrogou minha licença até 01/07/2012, o que me fez retornar ao afastamento.

Em 02/07/2012 retornei a CASSI, com novos laudos médicos e, novamente, com a negativa do INSS, porém desta vez, contrariamente ao posicionamento anterior, a CASSI resolveu ignorar o parecer dos outros profissionais e me considerou “apto” ao retorno ao trabalho. Sendo assim, neste 03/07/2012 deveria retornar ao trabalho.

Porém, na noite de 02/07/2012 recebi um email do marido de uma funcionária, dando conta da perseguição que ela vem sofrendo por parte do Gerente Regional, unicamente por ter cumprido sua função, ou seja, desbloqueando minha senha para que pudesse trabalhar em 04/06/2012 e me ameaçando como se eu fosse o culpado pela perseguição que ela vem sofrendo. Ressalte-se que ela não me deu NENHUM ACESSO especial e que não fez nada que fosse contrario as instruções.

Desta forma, não me resta alternativa que não seja me demitir desse banco.  Agora as pessoas que, de boa-fé e dentro dos normativos, apenas me permitiram acessar meus “emails pessoais” também estão sendo perseguidas, ficando claro o propósito de me prejudicar e a todos que estão ao meu redor.

Se já seria difícil retornar ao local de trabalho onde passei por tanta humilhação, agora não possuo mais nenhuma condição psicológica de fazê-lo.

Assim, não se trata, como o banco já insinuou, de alguém que não queira trabalhar ou cujo único intuito seja obter vantagens financeiras.  Ao contrário, se quisesse não trabalhar e obter vantagens bastaria retornar ao meu posto no banco, trabalhando como escriturário e ganhando como gerente de agencia, sem nenhuma preocupação com a qualidade do trabalho apresentado, vantagens que a Sumula 372 do TST me garante.

Trata-se sim de alguém que queria trabalhar e foi impedido e cerceado em seus direitos, sem qualquer condição psicológica de exercer suas funções e que, agora, teme inclusive por sua integridade física e vendo funcionários honestos sendo perseguidos em nome da obsessão por parte dos superiores em me prejudicar só porque na visão da Gerencia Regional, tiveram a infelicidade de trabalhar comigo.

Infelizmente, o assédio moral no BB foi institucionalizado. Não que não existisse antes, afinal maus elementos existem em qualquer empresa. Só que antes eram minoria e eram punidos, agora são maioria e são promovidos. Centenas de funcionários se demitem todos os meses por não resistirem à sede de sangue dos assediadores. Pessoalmente, acompanho mais de 10 casos de colegas. Infelizmente me tornei especialista nisso.

Ter saído agora é apenas mais um capítulo no desgaste que venho sofrendo nos últimos anos.

Ao contrário do que possa parecer não se trata de uma vitória de alguém ou de uma derrota minha. Saio de consciência tranquila, pois nunca enganei, usei ou desrespeitei meus colegas e clientes e não vendi minha ética e meus conceitos morais.

Agradeço a todos. Os que me ajudaram com sua amizade e os que me tornaram mais forte com suas injustiças.



44 comentários:

  1. Que situação triste....mas você é um vencedor!não perca o desejo de viver!

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    1. Realmente é muito triste.
      Também desejamos a este assediado todo o sucesso e felicidade.
      Esperamos que volte sempre.
      Assediados

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  2. NÃO TIVE CORAGEM AINDA DE POSTAR MEU RELATO. MAS ME SENTI TOCADA PROFUNDAMENTE COM TODOS OS RELATOS QUE LI. AS MARCAS SÃO PARA SEMPRE. O DESESPERO DE BUSCARMOS AJUDA E NÃO TER NADA NEM NINGUEM, PELO CONTRÁRIO, OS COLEGAS SENTEM O PRAZER SÁDICO DA OMISSÃO SE SUBMETENDO AO MEDO. SE MUDASSEM SEUS PENSAMENTOS E ATITUDES ACONTECERIA EM MENOS ESCALA ESTE TIPO DE PERVERSÃO MORAL. MAS EU DIGO A TODOS AQUELES QUE ACOMPANHAM MINHA SAGA. " HOJE SOU EU, AMANHÃ PODERÁ SER VOCE"

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    1. Fique tranquila Cassia,
      Cada coisa na vida tem o seu momento. Quando a hora chegar você terá a coragem necessária pra se manifestar.
      Você está corretíssima em suas colocações. Muitos colegas vivem sob o domínio do medo, enquanto outros são sádicos mesmo.
      Quando estiver pronta, estaremos aqui para ouvi-la.
      Um abraço
      Assediados

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  3. Muito triste mesmo!! infelizmente eh isso que está ocorrendo em todo o Brasil..aqui no RS eh a mesma coisa..

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    1. Infelizmente assédio moral não escolhe raça, cor, profissão ou religião.
      Nos resta indignação e apoio às vitimas, instituições e legisladores que trabalhem em prol do fim deste massacre ao trabalhador.
      Gratos por seu comentário.
      Esperamos que volte Sempre
      Assediados

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  4. Colega...Toda a sua história é a minha história também...Trabalho no mesmo banco e estou há mais de um ano
    afastada pelo mesmo motivo. Tudo o que você falou é verdade. As dificuldades em denunciar e tentar que alguém faça alguma coisa para te ajudar também foram iguais para mim. A ouvidoria, com certeza, não serve para nada. Por coicidência uso as mesmas palavras suas "O assédio moral no .. foi institucionalizado."
    Também já estou especialista no assunto. Gostaria, se possível, de ter contato com você. É lamentável o que
    estamos passando.

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    1. Caro Anônimo,
      passe um e-mail privado para o assediados@gmail.com
      Abraço
      Assediados

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  5. Também passei por isso em 2012 na mesma Super norte

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    1. Caro Anônimo,
      Caso deseje contar a sua história envie-nos um e-mail para assediados@gmail.com.
      Atenciosamente
      Assediados

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  6. Bom dia.
    A história descrita acima se perpetua no banco. Não sou gerente geral. Sou gerente de contas PJ e eventualmente realizo as tarefas de Gerad/Geneg pois o sujeito que está na minha agência é um "zero" a esquerda mas se mantém no posto há mais de 6 anos.
    Recentemente tivemos troca de gerencia geral. Achando que iria melhorar ( não sei como ainda acho isso após todo esse tempo de banco ), que iriam me dar condições estruturais de trabalho, continuei minha saga, acreditando em toda aquela baboseira que existe na Rede Wiki, sobre RH ou naqueles cursinhos da Intranet sobre a importância do funcionário. Tudo em vão. Não é culpa do GG. O cara é jogado numa fritadeira.
    Mesmo com a meta de Capital de Giro de Junho batida ( desde janeiro, diga-se de passagem ) somos moralmente açoitados todos os dias. Por último ouvi que a PJ ( setor que eu trabalho ) não produz nada. Sinceramente não sei mais o que faço.
    Pedir demissão? Pensei nisso ontem ( aliás, sonhei com isso ). Com o dinheiro que eu pegaria da PREVI e verbas rescisórias poderia manter meu padrão de vida por um ano ( sou casado e tenho duas filhas ). Perderia direito ao FGTS. E o plano de saúde? Tá certo que não é lá essas coisas mas garante um atendimento nos momentos de emergência. Mas, e depois?
    Pensei nesse intervalo de tempo me dedicar integralmente aos estudos para tentar um outro concurso, pois sei que irei passar. Já ouvi de um amigo meu, que não é do Banco, que eu tenho medo de me arriscar. Que eu sou um cara inteligente. Nem eu acredito mais nisso.
    Não tenho motivação pra mais nada dentro da agência. Levo esporro e sou cobrado de todos os lados, não tenho o meu trabalho reconhecido, entre outras coisas.
    Os relatos do ex-colega são um exemplo de como os "deuses" da Super/Gerev se posicionam. De como o Banco se posiciona, não importa o estado. Eles espremem o funcionalismo, buscando obter os resultados. Não pensam no bem estar e na qualidade de vida nas agências. Para eles, as agencias de varejo são um buraco de onde tem que sair produto e crédito.
    Não sei se estou deprimido, nem tenho tempo para ir a médico direto. Há alguns anos tive crise de hérnia ( com 27/28 anos de idade ) e transtorno de ansiedade. Caraca!!! Isso é possível na minha idade? Entrei na instituição com 19 anos ( hoje tenho 13 de casa ). Sempre trabalhei em agências de varejo. Fiz graduação, estou terminando a pós e quanto mais estudo, mais indignado eu fico.
    Vou ficar acompanhando esse site pois vi que possui postagens recentes. Se alguém estiver em situação parecida e quiser contato, blz.
    A todos deixo um cordial abraço e desejo sucesso ao autor da mensagem.

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    1. Caro Anônimo,
      Gratos por seu comentário e sinceras colocações. Esperamos que volte sempre, pois as colocações de um, muitas vezes lança luz ao sofrimento de muitos.
      Infelizmente esta é a realidade cruel de muitas empresas em nosso país. A falta de reconhecimento é um dos grandes motivadores de insatisfação profissional, aliado a cobranças excessivas e desrespeito por parte dos superiores... é apenas questão de tempo para que as manifestações físicas e psíquicas de apresentem.
      Você está corretíssimo em buscar outros caminhos, e mais ainda em não deixar de acreditar no seu potencial para mudança, mesmo que esteja esperando o momento propício para tanto. É importante estar munido de provas para se posicionar.
      Gostaríamos de publicar também a sua história. E acredite, funcionários medíocres não são assediados, são apenas demitidos.
      Escreva-nos para assediados@gmail.com.
      Um grande abraço
      Assediados

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  7. Colega, também pedi demissão desse mesmo banco, passei em um concurso melhor mas tenho minha solidariedade aos que precisam ficar...E o que observo é que nenhum dos novos funcionários querem fazer carreira e sofrer essas pressões, mas sim partirem para outra melhor. A ganância dos banqueiros está demais.

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  8. não sei se o meu é assédio moral...mas, fico estressada com a situação..hoje tive a vontade de pedir demissão do banco. Posso não ter assédio moral em relação a metas, mas sinto uma sobrecarga imensa de trabalho e sinto que um funcionário mais novo que eu é privilegiado...
    comparo sempre como foi comigo e como está sendo com o colega mais novo.
    tenho que trabalhar na correria do caixa e mesa (adoro o trabalho do caixa), mas 2 funções é muita coisa para mim (infelizmente sou caixa temporaria mas trabalho todos os dias no caixa)
    Antes de exercer a função de caixa, as "adoraveis" conta do banco postal, que antes eram feitas por outro colega foram passadas para mim...Nada mais justo já que ele era caixa e eu escriturária. Quando comecei a exercer função de caixa e o outro colega entrou (novo escriturario), achei justo passar as contas para ele, mas os gerentes não permitiram.
    Quando fui fazer meu treinamento de caixa, tive supervisor por UM dia e depois foi "se vira nos trinta", com algum auxilio aqui e ali. Não me permitiram ir para o fórum fazer treinamento (onde é mais tranquilo) já que eles não poderiam "perder um funcionario". O novo colega está fazendo um treinamento de CINCO DIAS (foi o que ele me falou) no FORUM, sendo que a mesma quantia de funcionarios que tinha na agencia anteriormente e agora é a mesma.
    Ter que atender clientes na mesa, correr para o caixa e ainda tentar cuidar das contas do correio me sobrecarrega demais. Vejo que o colega novo teve tempo até de fazer alguns cursos..nunca tive tempo de fazer curso algum em horario de trabalho..POR QUE o serviço não pode ser dividido?
    Por que o privilegio? Sinceramente, posso até me estressar com a sobrecarga de trabalho, o que acho que deve ser normal....mas o que realmente me chateia é essa injustiça...

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  9. Há uns 5 anos atrás, fiz um concurso para o BB. Fiquei entre os primeiros. Por duas questões de matemática, não fico em primeiro e entre os 10 primeiros do estado de Minas Gerais. Na época, trabalhava o dia todo em uma empresa privada.

    Sou de família humilde. Minha família ficou muito feliz. Era um sonho ter um filho trabalhando no BB.

    Na minha primeira visita ao BB, fui muito empolgado para me apresentar, mas fui muito mal, mais muito mal tratado pelo gerente. Um total desprezo, falou que no BB eu não teria vida fácil. Se eu não não atingisse as metas, em pouco tempo, estaria na rua. Disse que ali não havia ética. Eu teria que empurrar produtos para todas as pessoas, independente de classe social.

    Voltei para a casa desiludido. Depois de dois, três dias pensando. Desisti de assumir no BB. Minha família ficou chocada, achou que eu estava doido. Meus amigos também.

    Hoje, lendo esse relato, percebi que tomei a decisão certa.

    Conheci algumas pessoas, inteligentes, competentes, que trocaram o BB por outros concursos, às vezes até por salário menor.

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    1. Infelizmente meu caro Anônimo, a realidade nos bancos é cruel.
      Que bom que você pode fazer a sua escolha e que seja capaz de hoje avaliar que foi a melhor escolha.
      Gratos por sua participação.
      Assediados

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  10. Trabalhei nesse mesmo banco durante quase quatro anos, deixei-o há mais de três, e obtive uma carga de experiência "negativa", que carrego comigo e que me fez ter outra visão da relação de trabalho. Cheguei à conclusão de que os Bancos, no geral, são os piores empregadores no sentido humano. Daria para descrever o que passei em um trabalho de especialização.

    Sucintamente, quero deixar registrado que, presenciava diariamente inúmeros atos desumanos de violência moral e de crueldade com o próximo, sem limites. A realidade é que os psicopatas sociais, por serem frios, não sentirem dó, culpa, despidos das regras sociais e morais, e sentirem prazer ao ver o outro sofrer, acabam sendo exatamente o perfil procurado para o capital, o lucro, e então são promovidos, e por isso, são eles que estão no comando. Como diz um amigo meu, se já não for um psicopata, será. Esta é a regra da sobrevivência dentro dessas instituições.

    Infelizmente, Bancos financiam campanhas políticas e possuem o maior poder econômico e político na sociedade e consequentemente são "impunes". Não consigo enxergar melhora, ir de encontro a tudo isso, não vale a pena, só sairá perdendo.

    Contudo, tenho fé em acreditar que que pessoas boas, honestas têm força para seguir em frente e escolher outro lugar para trabalhar. Eu saí do Banco, sob olhares do tipo "ela é fraca e revolucionária, por isso saiu (ainda é a visão de muitos que têm medo, que acham que trabalhar em Banco é um empregão e ganhar dinheiro é assim mesmo), não tive medo, nem apoio da família, fiquei estudando por um ano em casa, e hoje trabalho no TRT.

    E, para aqueles que estão sofrendo com essa situação, o trabalho não merece sua dor. Faça um plano e siga atrás de VIDA e boa sorte.

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    1. Cara Anônima,
      O seu relato resume muito bem o que é preciso ter em tais situações. É preciso traçar um "plano" e seguir em frente para não se sentir refém da situação. O problema é que quanto mais tempo passa sem se tomar uma atitude, mais sem forças de reação se vai ficando, afinal de contas assédio adoece, e adoecido, tudo fica mais difícil.
      É muito bom saber de caso onde as pessoas apresentaram reação aos fatos, e isso aponta a outros que estão sofrendo, uma possibilidade de mudança.
      Gratos por sua colaboração.
      Volte sempre!
      Assediados

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  11. Anonimo, estou afastado deste banco a 6 meses, sem condiçoes de retorno ao trabalho, faço parte de mesma regional norte que a sua. Sou gerente de contas pf/pj, o assedio é tamanho que perdi minha identidade, minha vida, o sentido das coisas. A impotência é tamanha, que acho que não consigo explicar em palavras. Num dia desses o GG veio até a minha casa para visitar, conforme o seu talento para fazer coisas erradas, o mesmo ligou pro meu celular do portão de casa, quando alguem o viu no portão, o mesmo esqueceu a ligação e ela caiu na minha caixa postal, enquanto se abria o portão, a sua conversa com o outro gerente de contas que o acompanhava, ficou registrada em meu celular, onde os dois faziam varias piadinhas pejorativas a meu respeito, dizendo que cancer eu não podia ter, com risadas prolongadas. No dia seguinte recebi uma carta registrada para comparecer em pericia medica do banco, isso tudo para me forçar a voltar ao trabalho, mesmo doente, relato isso para todos, e digo que esse é só um exemplo do que acontece lá pela agencia.
    Não suporto mais pensar em voltar aquele ambiente hostil e preconceituoso. Em janeiro escrevi para a procuradoria do trabalho, e em breve estarão abrindo um Processo de Assedio Moral Coletivo no estado, então gostaria de saber pessoas que estejam dispostas a narrar suas experiências negativas, e ajudar os nossos colegas que continuam sofrendo com o assedio, e que queiram contribuir para melhorar o ambiente de trabalho, gostaria de manter contato com vcs, e nos prepararmos juntos para essa batalha.

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    1. Cara Anônima,
      Infelizmente a realidade do assédio moral no trabalho é estarrecedora. Por mais empático que alguém pretenda ser, nunca saberá o que é de fato, se nunca tiver sentido na carne.
      Unir forças é muito importante para o fortalecimento do grupo e para melhor estruturação de ações e reações.
      Parabéns pela iniciativa, e quando tiver algo concreto para ser divulgado em relação ao processo, teremos prazer em fazê-lo. (Use o e-mail: assediados@gmail.com)
      Um abraço
      Assediados
      Asediados

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  12. SRS, TRABALHEI MAIS DE 5 ANOS EM UMA FINANCEIRA COMO OPERADOR DE CREDITO, FIZ O MELHOR QUE PUDE, DOEI MEU SANGUE E MINHA SAÚDE NESSE TEMPO.... A PRESSÃO PSICOLOGICA, O ASSEDIO MORAL, A PRESSÃO DA DEMISSÃO, METAS... METAS.... ISSO ACABOU ADOECENDO-ME E CHEGUEI A TEMIDA DEPRESSÃO..... COMECEI O TRATAMENTO EM 2012... E CADA VEZ PIORANDO.... CHEGUEI EM UMA SITUAÇÃO DE SER INTERNADO PARA FAZER UM TRATAMENTO CHAMADO SONOTERAPIA, ONDE ME DOPARAM 1 SEMANA PARA TENTAR ME ACALMAR.... SEMPRE FALANDO PARA MEU GESTOR QUE ESTAVA RUIM... MAS SEMPRE CUMPRINDO MEUS OBJETIVOS.... AINDA OUVIA ELE DIZER PARA QUE EU FOSSE "HOMEM" E PEDISSE DEMISSÃO, FALAVA QUE NÃO PODIA.. TENHO FILHO PEQUENO QUE DEPENDE DE MIM.... CHEGOU EM UM MOMENTO QUE NÃO AGUENTEI... TENTEI FALAR NO RH, NA OUVIDORIA, MAS ELES NÃO ESTÃO NEM AÍ..... O SINDICATO DOS BANCÁRIOS TAMBÉM PARECEM QUE SÃO COMPRADOS... PELO MENOS NA MINHA REGIÃO.... PEDI AFASTASTAMENTO POR 20 DIAS PARA TRATAMENTO E ELE ME AMEAÇOU... SE EU SAISSE ELE ME DEMITIRIA.... QUANDO RETORNEI FUI DEMITIDO..... FUI NA LONA... MAS ENTREI COM UMA GRANDE AÇÃO TRABALHISTA... VAMOS AGUARDAR,,,,,

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    1. Caro anônimo,
      Infelizmente esta é a dura realidade do assédio moral nos bancos e instituições financeiras.
      O que resta após um desfecho desses é mesmo entrar com processo e aguardar o desenrolar dos fatos. Infelizmente é tudo muito lento e o trabalhador sempre acaba arcando com os maiores prejuízos. Infelizmente as leis ainda são muito brandas para os assediadores e mesmo quando há ganho de causa as indenizações beiram o ridículo.
      Ainda assim não é possível desistir, e com um passo por vez, chegaremos lá!
      Gratos por sua participação!
      Ficaremos felizes em ter notícia sua com um bom desfecho do caso.
      Um abraço!
      Assediados

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  13. Bom dia. Gostaria de saber como proceder p/ efetuar o desligamento funcional junto ao Banco do Brasil. Estou afastado por questoes de saúde há quase 1 ano e não pretendo voltar. Por estar fora da ag nao tenho acesso a IN. Obrigada.

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    1. Caro Anônimo,
      Independente da Instituição em que trabalhe sugerimos que procure um advogado trabalhista para melhor orienta-lo.
      Um abraço!
      Assediados

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  14. estou querendo prestar concurso para o BB, lendo os depoimentos fiquei com um pé atrás, qual o conselho que vcs me dão estudo ou não para isso, o salário parece ser muito bom e as vantagem também, mas se for pra ser um inferno na terra não sei se vale a pena o que me dizem?

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    1. Caro Anônimo,
      Seja qual for a instituição em que pretenda trabalhar é prudente conhecer as políticas da empresa para decidir se este é o seu caminho e de que forma deve proceder caso as coisas aconteçam de forma diferente a que imaginou. É muito importante saber defender-se e mais que isso, tenha sempre um plano de emergência para não se sentir refém de nenhuma situação que possa acontecer, e isso vale para qualquer trabalho ou instituição.
      Desejamos-lhe sucesso no caminho que escolher trilhar.
      Um grande abraço
      Assediados

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  15. Meu esposo esta de licença saúde e ficará 8 meses afastado o GG vei aqui em casa e já disse que após ele retornar ele será descomissionado, deixará de ser GPJ e voltará a ser escriturário. ....a pergunta é existe isso? Eles podem fazer isso? Ha alguma lei que proiba isto?

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  16. Trabalhei no BB por 4 meses e para mim já deu. Pedi demissão dessa porcaria. O que vale lá são os números $$$$. Os funcionários são tratados como se fossem máquinas. Não tive tempo de fazer qualquer curso dentro da agência. Uma loucura... cliente xingando, caixa eletrônico com defeito, falta de funcionários, pressão para o cumprimento de metas. Assédio moral na frente dos clientes. Tem que ler INs depois do trabalho desgastante e estudar os produtos para apresentar ao gerente. Reuniões chatas todos os dias. Fora as coisas erradas e o empurra empurra de Ourocap em idosos e cadeirantes que nem sabem quanto recebem; e que nunca resgatarão os malditos Ourocaps. Ficarão para o banco.

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    1. André Scholze
      A mesma coisa aconteceu comigo! No começo foi empolgante ter sido chamado para trabalhar lá, mas já no começo, precisamente no curso, percebi que seria um grande erro estar lá. Após o curso, ficou mais claro para mim, nunca me senti tão mal como ser humano. Via pessoas sendo enganad.as com esse ourocap e outros produtos tudo para o gerente alcançar a posição ouro dele e consequentemente uma PLR gorda. Moral da história, não vendi nada, odiava trabalhar lá e fui mandando embora antes de ser efetivado. Deu graças a Deus!!!

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  17. Foi o pior lugar em que trabalhei. Falam que a Caixa é melhor. Duvido. Jamais farei concurso para banco novamente. Te cobram o que não dá para fazer. Escriturário tem que atender o tempo inteiro e não dá tempo de resolver as pendências. Deveria ter funcionários só para abrir contas que acumulam igual bola de neve. Querem que você venda produtos que não acrescentam em nada para o cliente. É enfiar goela abaixo. Prefiro vender cueca, meia ou papel higiênico. A gerente fazia falta de educação comigo na frente dos clientes (apontava o dedo, falava alto...) e os clientes sentavam na minha mesa e achavam um absurdo. Eu cheguei a reclamar, mas não adiantava. Não te ensinam direito e reclamam quando você erra.

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    1. Meus Deus! Foi o mesmo comigo! Estou há seis meses e vou pedir demissão assim que voltar de licença médica(tive crise de ansiedade e pânico). Meu coração chega a doer ao lembrar de lá.

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  18. Uma das funcionárias me propôs que eu fizesse um empréstimo. Achei falta de ética.
    Mal dava para parar por 15 minutos. Era atendimento o tempo inteiro com um monte de problema diferente para resolver. Era uma correria para você aprender. Difícil de fixar aquele montão de informações em tão pouco tempo. Explicavam rápido e quando era empréstimo, passavam o cliente para a mesa deles e eu ficava sem aprender. E ainda me cobravam metas sem me ensinar os produtos. No site do BB, as informações dos produtos eram superficiais e você tinha que se virar. E as pendências acumulavam. Muito desmotivante.

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  19. Fora as ameaças:¨você está no período probatório¨. Pedi demissão depois de pouco mais de 4 meses. Já havia passado do período probatório (que é de 90 dias segundo a CLT), e o gerente ainda ficava com aquele papo furado de que eu ainda seria avaliado mais 90 dias. Como se eu fosse acomodar depois do probatório.
    Não te valorizam pelo que você faz, e sim pelo que você vende. Falam que banco te paga para você vender e não para atender. Mas quem irá resolver os problemas dos clientes? E suas insatisfações? Lá ninguém escuta o cliente, é enfia goela abaixo. Quando o gerente procedeu com minha demissão, ele ligou para outro setor e deixou escapar a informação que eu já era funcionário (coisa que eu já sabia). É para rir!! Hehehee. Eles te pressionam como se fosse o melhor emprego do mundo. E como o banco paga bem!!!!Hehehehe! Esse BB é uma pocaria. Concurso é do INSS para cima. É dedicação para colher bons frutos na vida. Se não quiser estudar, vá trabalhar no BB. É o concurso mais fácil de passar porque é uma porcaria.

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  20. Na minha agência, eram dois escriturários no setor de varejo. Eu novato, e ele novato também. E nada andava. Ele perguntava de um lado e eu de outro. Absurdo eles deixarem só novatos no maior atendimento da agência.
    Precebi que lá você provavelmente nascerá e morrerá na agência porque setor interno é só para que tem QI. É difícil até conseguir transsferência para o caixa ( que é estressante também, mas pelo menos não tem meta de vendas, só de tempo de atendimento).

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  21. Tive colegas bons lá dentro, que tentavam me ajudar como podiam. Deixo aqui minha solidariedade para eles e para os que são honestos, têm filhos e estão lá por necessidade. Torço para que passem em qualquer outro concurso e sigam a vida felizes.

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  22. bom dia colegas! hoje estou em uma situação angustiante na minha vida, trabalho a 8 anos no Bradesco, sou Gerente PF Prime, mas recebi uma proposta do banco Santander para assumir uma carteira PJ varejo, mas o salario vai quase dobrar, o que vocês sugerem? estou meio perdido!

    Abraços

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    Saudações

    Owen Harvey.

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  24. Eu também fui vítima dessa ilusão. Fui primeiro em todos os semetre no Sinergia. Fui destaque, minha carteira foi Ouro e mesmo assim era assediado constantemente. Moral da história? Fiquei doente, com pressão alta mesmo tomando remédios e sofrendo de depressão. Pedi demissão

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    1. Li os relatos de vocês e fiquei com o coração apertado... Trabalhei no BB por 10 anos, sempre na mesma agência e fui galgando os degraus da carreira com muito esforço e dedicação extrema. Fui escriturária, assistente de negócios e gerente de contas do personalizado. Como todos que ali trabalham, adoeci, de corpo e de espírito... Morri por dentro por inúmeras vezes! Fui assediada de todas as formas possíveis...Quanto mais fazia mais era cobrada. Por mais eficiente que fosse, era pouco... Se atingisse a minha meta, tinha que cobrir a dos outros colegas que não a tinham atingido. Tudo o que fiz ontem, hoje era esquecido! Recebia mensagem de meu gerente em plena madrugada, para que me preparasse para o dia seguinte: reuniões, cobranças, metas, enfim... A cobrança era tanta e tão desumana, que eu comecei a achar que o problema era comigo; que não era boa o bastante... Só que não! Eles fazem isso com todo mundo! Ninguém nunca será bom o bastante! Meus valores morais começaram a entrar em cheque, pois era obrigada a empurrar produtos "goela a baixo" dos pobres clientes, cada vez mais usurpados... Me sentia um lixo cada vez que tinha que endividar mais um coitado, que por certo jamis daria conta de cumprir suas obrigações ou vincular produtos à operações rurais de pessoas já tão desprovidas de sorte na vida, por exemplo... Ou,incentivar a fazer aplicações, que infinitamente eram piores aos clientes, mas que representavam os interesses do Banco naquele momento. Enfim, fiz tantas coisas em nome do cumprimento das metas, que eticamente falando, não eram das mais louváveis! Mas isso não importava pra eles (gerência/superintendência)... Se eu estava me superando, ótimo! Isso que importa no BB! Vi clientes sendo prejudicados da maneira mais vil, sendo induzidos a aderir a produtos e serviços que nada tinham a ver com seu perfil... Mas os seus "vendedores" aclamados e noticiados nos canais de comunicação... Mas se por algum motivo algo desse errado, se o cliente prejudicado viesse a reclamar, ou entrasse com alguma ação, a coisa mudava de figura: de "queridinho", o "funcionário exemplar" passava de "antiético", num piscar de olhos... Afinal, "se você fez, foi porque quis; o BB não compactua com ações antiéticas"... Chegou um momento de minha vida que pensei: ou saio desse inferno ou vou morrer de verdade! Com a saúde em frangalhos, depressiva, auto-estima abaixo de zero, casamento por um triz... Rezei, mas rezei com muita fé e pedi que Deus me concedesse uma outra oportunidade, uma nova chance. Graças a Deus, prestei concurso para um órgão federal e fui aprovada. Após cerca de um ano fui chamada e assumi a minha vaga. A partir de então experimento uma experiência totalmente diferente: o trabalho é gratificante, humanizado, satisfatório. As pessoas são corteses e não há disputa pelo poder. Ou seja, nesta vida sempre há uma chance de mudar! Basta querer e acreditar... Essa é a minha mensagem: por favor, não esperem ficar tão doentes a ponto de não conseguir dar um novo curso às suas vidas! Queiram mudar, achem algum caminho e saiam dessa situação enquanto há chance... O salário de bancário é bom, se comparado a nossa realidade de mercado atual... Mas, refitam se realmente vale a pena! No meu caso, agradeço a Deus por cada centavo que deixei de receber do banco, porque ganhei infinitamente mais em qualidade de vida, paz, sossego, saúde... Boa sorte a todos e muita coragem nessa hora!

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