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domingo, 9 de setembro de 2012

MPT realiza evento na Semana Nacional de Combate ao Assédio Moral e Sexual em ambiente de trabalho


O Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA) promoverá uma série de palestras sobre práticas do assédio moral e sexual dentro do ambiente de trabalho. O evento faz parte da campanha nacional que será iniciada no próximo dia 10 e vai até o dia 14 de setembro. 

De acordo com o MPT-BA, as práticas ainda são vivenciadas por muitos trabalhadores, independente do porte da empresa. O assédio moral pode ser identificado quando houver a exposição de trabalhadores em condições humilhantes e constrangedoras de forma repetitiva ou sistematizada. 

A situação também pode ser denunciada quando houver uma conduta abusiva com gesto, palavra, comportamento e atitude, que atente contra a dignidade ou a integridade psíquica ou física de uma pessoa. 

Já o assédio sexual é ainda mais constrangedor e mais violento porque sugere ou busca de fato favores sexuais de um trabalhador, que é usado como forma de chantagem. 

Esta campanha é uma ação de ordem nacional no combate as intolerâncias dos direitos dos trabalhadores e para que possam se defender de crimes dessa natureza. 

O evento em Salvador será realizado nesta segunda-feira (10), às 14h, na sede do MPT-BA, no Corredor da Vitória.

Fonte: BahiaNoticias


P.S. Assediados

Sequência de novos relatos para esta semana.

Não percam!!


4 comentários:

  1. O BRASIL está se organizando em todos os cantos para enfrentar o assédio moral no trabalho. Todos os dias tem notícias sobre o tema. O Judiciário, o Ministério Público e o Legislativo estão mais atentos. Isto é visível. Depois de tantas críticas à "lei sobre as palmadas da época do Lula" agora vemos que as palmadas podem ser coibidas também nas empresas, digo, as palmadas veladas. Parabéns aos magistrados e legisladores que abraçam a causa da vida humana e buscam normas de respeito em todos os locais de convivência.

    O medo do poder dos donos de nossos salários é tão grande que não tenho coragem de colocar meu nome aqui e escrevo anonimamente. Precisamos, nós anônimos em trabalho humilhante, a intervenção de todos os poderes.

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    1. Verdade meu caro Anônimo,
      O medo daqueles que pagam os nossos salários é real, afinal eles acabam se tornando os "donos" das nossas vidas.
      E basta de "palmadas" ao já tão sofrido trabalhador brasileiro.
      Volte sempre!
      Assediados

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  2. Vejo algumas ótimas iniciativas por parte de sindicatos e outras organizações, como comissões de prevenção e combate ao assédio moral, grupos de apoio, psicólogos, psiquiatras e advogados que procuram se aperfeiçoar no tema, porém sempre em outros estados que não São Paulo; vejo algumas no sul do Brasil, outras em Minas Gerais e no nordeste, mas em São Paulo, não vejo nada e é muito difícil encontrar um profissional que esteja bem esclarecido sobre o tema para ajudar as vítimas. Parece que existe um fosso entre os especialistas, que são todos professores ou acessores de organizações, ms que já não trabalham diretamente com o público, em consultórios ou escritórios e os profissionais que bem aos poucos vão tomando pé do assunto. Ou então advogados que somente advogam em grandes causas. Sinto falta em São paulo de um centro de apoio aos assediados. De qualquer maneira, haverá um evento promovido pelo SINDPD (www.sindpd.org.br), no dia 20 de setembro, no Novotel, aqui em São Paulo (talvez as inscrições já tenham se esgotado). Fica aqui minha impressão.

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    1. Gratos por compartilhar conosco suas impressões.
      Realmente, ótimas iniciativas vem sendo tomadas em várias regiões do país, mas de fato ainda existe uma grande lacuna a ser preenchida.
      Desejamos assim como você, que em todos os cantos do Brasil o assédio moral seja veementemente combatido e que profissionais de todas as áreas acompanhem a passos largos a necessidade de atualização que a situação exige.
      Um grande abraço e volte sempre.
      Assediados


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