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quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher, será comemorado pela Conticom/CUT

Inserção profissional, combate ao assédio moral e sexual entre as prioridades do 8 de março da Conticom

Sindicato Marreta sediará em Recife evento nacional

Por: Camila Caresia


O 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, será comemorado pela Conticom/CUT com palestras, debates e homenagens à luta feminina em Recife, dialogando com as ações que vêm sendo desenvolvidas pelo Sindicato da Construção Civil de Pernambuco (Marreta), presidido por uma mulher.

De acordo com a diretora de Mulheres da Conticom/CUT e presidenta do Sindicato Marreta, Dulcilene de Morais, entre as prioridades deste ano estão fortalecer a inclusão da mulher no mercado de trabalho e debater os problemas mais frequentes desta inserção, como o assédio moral e sexual.

As atividades terão início às 8h30 no auditório JCPN, no bairro do Pina, na praia da Boa Viagem. Entre as várias parcerias, o Ministério Público do estado estará presente disponibilizando cartilhas explicativas da Lei Maria da Penha – que cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.



Fonte: Conticom

Um comentário:

  1. Bom dia. Quando a "justiça" não se convence que você vive em situações "desumanas" dentro de uma organização, o melhor mesmo é comentar para quem sabe possa surte algum efeito e acabe fazendo com que não deixem as pessoas passarem mais mais por isso. Trabalho em uma empresa de CallCenter a 5 anos e 5 meses. Era tudo muito tranquilo nos primeiros 2 anos de trabalho, até que, sofri um acidente de trabalho. Um cisto enorme nasceu no pulso e dificultou a funcionalidade dos dedos, ocasionou em inchaço sobre o braço e sabe-se lá Deus porque, mas a dor era surreal e no corpo todo. Fiz inúmeras fisioterapias, sem sucesso. Passei por cirurgia, na qual muito tempo depois, vim a descobrir que afetou alguma coisa no meu sistema nervoso. Resultado final, desde então sou jogada pelos cantos dentro da empresa. Infelizmente, me sinto uma inútil. Me prejudicou tanto que estava em tratamento com um médico da dor, vivia dopada, mas até que ajudou um pouco porque pelo menos, passei alguns dias sem dor. Acionei a justiça, tinha 32 laudos comprobatórios. A perícia parecia me favorecer, assim como na audiência também. Entretanto, a causa não foi favorável a mim ( acontece que nessa época eu não havia feito cirurgia ainda. Quando estava afastada, o caroço sumia. Fiquei 1 ano e meio longe da empresa), me senti pior ainda. Fui obrigada a voltar a empresa e para a função que me afastou, todavia, INSS concedeu- me acidente de trabalho. A empresa não pagou FGTS nesse tempo todo,alegando que isso não foi acidente, mas que não podem me demitir porque o INSS fala que é. Aí fui obrigada a cumprir 1 ano de estabilidade. Enfim, depois de muita luta, consegui trocar a campanha, e até fui "promovida". Só que o que era pra ser bom, se tornou ainda mais um tormento. Estou na sala de descanso da empresa quase o tempo todo porque não tenho absolutamente nada para fazer. A equipe não me reconhece, fazem encontros, café coletivo, e eu nunca estou presente, nunca sou convidada é meu supervisor me ignora, corre de conversar comigo.
    Me incomoda muito, mas fui forte até agora, sofri assédio por conta dos Gestores me mandando pedir demissão. Já fui prejudicada o suficiente, não posso perder meus direitos. Estou aguardando ansiosamente pelo meu desligamento.
    Não desejo isso pra ninguém!!!

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