"Sofrimento é passageiro, desistir é para sempre"

"Sofrimento é passageiro, desistir é para sempre" Lance Armstrong


domingo, 11 de dezembro de 2011

Servidor sofre Assédio Moral por não ser corrupto

Obs: Os dados pessoais foram modificados para segurança da vítima.

 

Ola FULANA!
Entendo no que está passando, pois passei por algo semelhante.
Vasculharam toda a minha vida, cartórios, vida pessoal, quebra de sigilo telefônico, correspondências, bancário (inclusive com força da Polícia Federal), alguns sob a determinação ABUSIVA (assédio processual) do processo administrativo e outras de forma completamente ilegal.

Costumo dizer que eu e minha família sentimos o peso da máquina Judiciária em nossos ombros. Estávamos receosos que inventariam alguma coisa, como colocar uma droga no veículo ou em nossas casas.

Às vezes vasculhavam o lixo em nossa calçada e tínhamos serias dúvidas de quem estava fazendo isto… Foram vários anos até que não aguantando as pressões fui internado por várias vezes em um hospital psiquiátrico – enfim minha aposentadoria saiu…
Conselho:

Não peça demissão. Você está onde está por mérito seu. Não dê isso de graça para ninguém…
Procure ajuda médica, e, com sua família um bom advogado na área administrativa.
Guarde todos os documentos referentes. Represente, ponha tudo no papel (isto é prova).
Se no final você tiver forças e fôlego, processe por dano moral e material.
Faça isto na Justiça Comum, pois a Justiça Federal protege o Estado e os Criminosos que fazem isto.
Há um verdadeiro descaso enraizado neste órgão.
E sabe por quê? Porque eles são Doutores nestas atitudes…
Não podem recriminar o que mais tem dentro de si…
Estes incompetentes narcisistas não sabem agir de outra forma…
Boa sorte,
MENSAGEM ORIGINAL
Inacio Vacchiano
From: Fulana
Sent: Wednesday, July 06, 2011 8:11 AM
To: InacioVacchiano
Subject: Assédio Moral no Trabalho
Dr. Inácio,

Vi o anúncio do seu site no blog do sindicato dos petroleiros. Eu passo por uma situação, muitíssimo peculiar, porque o Assédio Moral que venho sofrendo desde 1996, é orquestrado por uma articulação de políticos, empresários e agentes do Governo. 

Tudo começou em 1995, quando eu estava requisitada na Presidência da República, e recusei a participar das atividades ilícitas do Governo. Desde então, colocaram-me sob o julgo do ex-diretor da Abin – Agência Brasileira de Inteligência, o Coronel De Cunto, que explicitou verbalmente que não me queriam mais trabalhando para o Governo, e que eu deveria pedir demissão do meu órgão de origem, a Petrobras. 

Bem, creio que ninguém melhor do que a comunidade de inteligência seria tão eficaz em aplicar as técnicas de assédio, ou tortura psicológica, porque no meu caso, o processo extrapola o ambiente de trabalho, na realidade, o trabalho é o meio mais fácil para me manterem monitorada.

Resumindo, de 1996 até hoje, eu perdi absolutamente tudo: família, residência, amigos, profissionalismo, em fim, dignidade humana. A única coisa que me restou foi o meu trabalho, o qual ingressei por concurso, mas que todos os dias ainda ouço o desejo de que eu me aposente por invalidez.

Já fiz inúmeros registros em delegacias, procuradorias, ong´s de direitos humanos, mas ninguém nem me responde. Estou absolutamente isolada de tudo e todos, e não tenho o direito à Justiça. Delapidaram todo o meu patrimônio, que resumia-se em um simples imóvel, e nenhum advogado ou autoridade judicial me ouve.

Os que ainda tem algum apresso por mim, disseram-me para sair do país. 
E eu lhe pergunto: – Será essa a única saída?

Meu site: Fulana
Fulana de Tal
Petrobras – Petróleo Brasileiro S/A
Gás e Energia – GE-CORP/AR


Dr. Inacio Vacchiano para Assediados:
Nossa página é pública, pode ser reproduzida sim. Na época apenas protegemos a identidade da vítima, pois mais divulgações poderia lhe causar ainda mais embaraços. Não posso lhe garantir que um dia ela venha a tornar pública por si mesma o ocorrido, pois sentimento psicológico de assédio moral é muito semelhante ao estupro… E é comum que a vítima ainda tenha sentimentos de culpa por um bom periodo até que se dê conta do que realmente ocorreu.

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