"Sofrimento é passageiro, desistir é para sempre"

"Sofrimento é passageiro, desistir é para sempre" Lance Armstrong


domingo, 4 de setembro de 2011

Estou sofrendo assédio. E agora?



Você não tem dúvida alguma de que a forma como o seu chefe o trata não é tolerável nem aceitável.
Mas em que contexto acontece essas agressões? Seu chefe o do tipo “educado(a)”, que só o agride em particular ou do tipo “confiante”, que agride em qualquer  lugar deixando um rastro de testemunhas?

Uma das grandes dificuldades do assediado é provar os fatos. Em especial porque suas testemunhas na maioria das vezes são os próprios colegas, que temem por seus empregos, e não querem se envolver em brigas com a empresa.

Por isso algumas dicas são muito importantes:

  1.  Escreva tudo que está lhe acontecendo. Se possível mande um e-mail para alguém de sua confiança contando os fatos. Data/hora/lugar/testemunhas. Quanto mais gente souber do que você está sofrendo, melhor.
  2. Se você conhece o(a) chefe e já percebeu que este é um daqueles dias em que provavelmente será agredido, tenha um gravador em mãos, mesmo que seja do celular. Gravações e filmagens nestes casos servem como prova, mesmo sem autorização judicial. 
  3. Procure ajuda profissional. O sofrimento do assediado pode ser tanto, que este comece a apresentar problemas de saúde. Nem sempre estes sintomas são percebidos como relacionados ao assédio. Crise de choro, dores generalizadas, palpitações, tremores, sentimento de inutilidade, insônia, sonolência excessiva, depressão, diminuição do desejo sexual, sede de vingança, aumento da pressão arterial, dor de cabeça, distúrbios digestivos, rápido ganho de peso, tonturas, queda de cabelos, idéias de suicídio, falta de apetite, falta de ar, começar a beber e tentativa de suicídio.
  4. Psiquiatras e Psicólogos são profissionais extremamente úteis nesta hora, pois além de cuidarem de sua saúde,  poderão fornecer relatórios do seu  estado mental; e em caso de necessidade de afastamento das  atividades laborais, ficará mais fácil de provar que a sua doença está relacionada ao trabalho (o chamado nexo causal).

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