"Sofrimento é passageiro, desistir é para sempre"

"Sofrimento é passageiro, desistir é para sempre" Lance Armstrong


sábado, 31 de dezembro de 2011

Cozinha é Chapa Quente!

O Caderno Comida, do jornal Folha de São Paulo, do dia 30 de novembro, exibe uma matéria de Eliane Trindade sobre os bastidores tensos das cozinhas dos restaurantes mais premiados pelo mundo afora. Boa matéria! 
Confesso que nada disso chega a ser novidade, ainda mais agora com a popularidade alta do programa do Gordon Ramsay, Hell’s Kitchen. O tal inglês grita, esculacha e manda embora para casa a maioria dos participantes desse reality show. É um festival de gente fazendo besteira e tomando o respectivo esporro, que as pessoas que não são do ramo normalmente ficam assuntadas.
Mas para os piratas reunidos por horas a fio nas profundezas quentes e úmidas das cozinhas profissionais isso chega a ser engraçado. Mas parece-me que a humilhação pública, e o vexame, estão passíveis de pena sobre a lei de “assédio moral”. O artigo 136-A do novo Código Penal Brasileiro institui que assédio moral no trabalho é crime, com base no decreto – lei n° 4.742, de 2001. Veja um artigo que explica bem o assunto. 


Chef gritalhão

Antigamente o camarada alcançava a posição de chef de cozinha e imediatamente desenvolvia a capacidade de levar antigos companheiros de batalhas ao choro. Parecia até documentário sobre espécimes selvagens, onde surgia a figura do macho alfa que muda fisicamente a partir apenas do comportamento. Não éramos pessoas tradicionalmente reconhecidas pela educação e polidez. Um resultado final excelente era a única possibilidade aceita, a qualquer custo! 

Macho alfa!


Hoje ainda precisamos de resultados excelentes, mas os chefs gritalhões estão perdendo terreno. Intimidar funcionários com uma postura assertiva-agressiva não é exatamente considerado uma técnica motivacional.

Comportamentos

Estamos evoluindo e deixando essa imagem para trás. Estudamos muito para crescer na carreira, trabalhamos muitas horas seguidas para obter as melhores combinações, treinamos sem cansar, e tudo isso apenas para ficarmos suados e roucos. Por favor, quero trabalhar com pessoas que façam o melhor possível em cada estação para que a tarefa da equipe seja completada com louvor. Mas, hoje tenho certeza, não é por medo que se convence alguém a ser assim. 
Assim que terminei o meu curso de gastronomia mandei fazer algumas gambuzas com o meu nome bordado. Lembro-me com muita clareza do orgulho com que vestia aquela farda. O salário era pequeno, a minha experiência era equivalente à zero, os locais onde eu trabalhava não eram, por assim dizer, cinco estrelas, mas eu tinha em mente que faria o melhor serviço que eu fosse capaz de fazer, e tentava realmente. 
Trabalho liderando uma equipe e repito uma frase muitas vezes: “é preciso gostar do que se está fazendo, senão vá procurar algo que goste e saia do caminho da minha equipe!”. Sempre que estou entrevistando algum novo membro procuro em seus olhos aquele orgulho pela nossa profissão, sempre prefiro um burro motivado e uma estrela blasé. O meu time trabalha sorrindo, isso me emociona e principalmente motiva a buscar o melhor resultado possível. Eles merecem sentir orgulho por suas profissões. 
Imagem do banquete de Babette

Apenas para não parecer que trabalho no Jardim do Éden, informo que também grito, falo palavrões cabeludos, recuso tarefas finalizadas mediocremente, e exijo o respeito máximo para comida. Sou chef de cozinha, e quero clientes satisfeitos e sorridentes. Mas o respeito pelas pessoas é fundamental. 

Bons “momentos de estresse durante o movimento”!

Fonte: http://andreleitegastronomia.wordpress.com/2011/12/14/cozinha-e-chapa-quente/#comment-143

P.S. Assediados
Certamente muitas cozinhas estão "fervendo" hoje. Mas, apesar do estresse, desejamos a todos ótimos momentos.
Aos nossos leitores e colaboradores, desejamos que o respeito pelo semelhante esteja presente hoje, e em todos os dias de 2012. 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

No Sarau, pesquisadora impressiona ao relatar casos de assédio moral


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Sarau debateu temas abordados na Revista Adusp 48
O relato consistente e fundamentado de diversos episódios de assédio moral ocorridos recentemente no Brasil, tendo como vítimas trabalhadores dos mais diferentes setores (e até mesmo um alto executivo da indústria farmacêutica), causou forte impressão no debate realizado em 22/10, durante o Sarau da Adusp.


A médica e professora Margarida Barreto, que vem pesquisando o tema, explicou que nas últimas décadas, com o advento das mudanças provocadas pela reestruturação mundial do capitalismo, novas doenças ocupacionais, relacionadas ao psiquismo dos trabalhadores, ganharam espaço, entre elas a Síndrome de Burnout. O assédio moral tornou-se um fenômeno corrente, tendo como contrapartida o adoecimento mental e os suicídios de trabalhadores.

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Professora Margarida

Um dos relatos mais chocantes feitos por Margarida diz respeito a um trabalhador industrial qualificado que, encarregado de múltiplas tarefas, terminou por sofrer um grave acidente (queimadura) que desfigurou parcialmente seu rosto. Depois de um demorado esforço pessoal, apoiado pela esposa e pelos colegas de trabalho, conseguiu recuperar-se física e mentalmente, e retornou à mesma função, por decisão própria. Um ano após, uma vez findo o período legal de estabilidade, ele foi demitido pela empresa. Não suportando a demissão, suicidou-se.


Margarida frisou que a mesma lógica está instalada na universidade que, ao tratar o conhecimento como mercadoria, incentiva a competição e a “eficiência” através do produtivismo.


A edição 48 da Revista Adusp foi lançada no Sarau, que também contou com uma bonita apresentação musical de Beatriz Raposo, docente da FFLCH. Cantora lírica, Bia interpretou composições de Villa-Lobos e Tom Jobim.
Informativo nº 316

Fonte: http://www.adusp.org.br/index.php/105-defesa-da-universidade/condicoes-de-trabalho/1076-no-sarau-pesquisadora-impressiona-ao-relatar-casos-de-assedio-moral

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Sadia Terá que Pagar R$ 180 mil Por Assédio Moral

Funcionários se sentem ofendidos com declarações de supervisor; empresa faz acordo com o MPT.

A postura de um supervisor da empresa de alimentos Sadia, com sede em Várzea Grande, gerou uma multa por assédio moral coletivo no valor de R$ 180 mil. O acordo administrativo foi assinado nesta semana, entre a empresa e o Ministério Público do Trabalho, em Cuiabá.

Em 2008, segundo a administração da empresa informou ao MidiaNews, houve uma paralisação dos trabalhos na Sadia, devido a uma inspeção federal de rotina. Com isso, a maioria dos funcionários abandonou a linha de produção e foi para casa. No dia seguinte, o supervisor, que a empresa prefere não identificar, deu uma espécie de "bronca" nos funcionários.

O supervisor teria marcado uma reunião e fez um discurso de que pretendia motivar os funcionários, mas teria sido infeliz em duas citações, quando usou duas metáforas: "quando o navio está afundando, os ratos são os primeiros a abandonar o barco" e "há jogadores que jogam por amor à camisa do time e outros que usam a camisa por dinheiro, são mercenários".

Dos cerca de 60 trabalhadores presentes, aproximadamente 40 se sentiram ofendidos e entraram com ações individuais na Justiça do Trabalho.

Uma decisão na primeira instância havia determinado uma indenização de R$ 500 mil. No entanto, a empresa decidiu fazer o acordo e vai pagar um total de R$ 180 mil, dividido entre os funcionários que processaram a Sadia.

O acordo

O valor deverá ser pago em quatro parcelas, sendo a primeira até o dia 30 deste mês e as outras três parcelas, nos seguintes meses: até dia 30 de março, até dia 29 de junho e até o dia 28 de setembro/2012.

Essa importância, inicialmente, deverá ser destinada ao Fete (Fundo Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo). Caso haja atraso no pagamento, poderá ser aplicada multa equivalente a 20% sobre o valor que deixou de ser pago ou que for pago com valor menor.

A empresa também deverá promover três palestras aos seus empregados de todas as filiais, sobre o tema "Combate ao Assédio Moral no Trabalho e às Práticas Discriminatórias no Ambiente de Trabalho", e durante a jornada de trabalho, com duração mínima de 30 minutos, sem desconto de salário.

As palestras deverão ocorrer nos até o dia 15 de abril, até o dia 15 de agosto e até o dia 15 de dezembro de 2012. Caso o cronograma não seja cumprido pela empresa, poderá acarretar em aplicação de multa estipulada em R$ 15 mil para cada violação ocorrida.

Outra obrigação que deverá ser cumprida pela Sadia refere-se ao relacionamento com os seus empregados; os seus dirigentes, gestores ou pessoas que ocupem função de hierarquia, não poderão cometer atos vexatórios ou humilhantes contra os seus funcionários diretos ou terceirizados, tanto na admissão como no decorrer do contrato de trabalho.

Em caso de descumprimento dessa obrigação, foi fixada a aplicação de multa no valor de R$ 10 mil por trabalhador afetado.

O acordo prevê ainda que a empresa não imponha aos seus empregados a prorrogação de jornada, além do limite previsto em lei que é de duas horas por dia, sem justificativa legal. Em caso de descumprimento dessa obrigação, a multa prevista é de 500 reais por trabalhador encontrado em situação irregular e por dia em que for constatado o excesso de jornada.

As procuradoras do Trabalho informaram que as obrigações devem ser cumpridas por todas as unidades da Sadia, localizadas nas cidades de Várzea Grande, Campo Verde e Lucas do Rio Verde.

Midia News

Fonte: http://joaoesocorro.wordpress.com/2011/12/15/sadia-tera-que-pagar-r-180-mil-por-assedio-moral/

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Deputado Quer Punição a Gestores Que Praticam Assédio Moral

    
Já foi aprovado pela Assembléia Legislativa e seguirá para sanção do governador Wilson Martins, o projeto de lei de autoria do deputado estadual Fábio Novo que trata sobre a prevenção e punição de assédio moral praticada por agentes públicos nos órgãos da administração direta e indireta do Estado.



Fábio Novo explica que, dependendo da extensão do dano causado pelo assédio moral e casos de reincidência, a conduta do agente público pode ser punida com repreensão, suspensão ou demissão. “Obviamente, a prática de assédio moral será apurada por meio do devido processo administrativo disciplinar, garantida a ampla defesa do acusado, como determina a lei”, diz.

A proposta funciona da seguinte maneira: havendo indícios de que empregado público tenha praticado ou sofrido assédio moral, a auditoria ou a corregedoria de cada órgão ou entidade informará ao empregador para apuração e punição cabíveis no prazo máximo de 15 dias. O ocupante de cargo em comissão ou função gratificada pode perder o cargo, a função ou mesmo ser proibido de ocupar cargo em comissão ou função gratificada na administração pública estadual por cinco anos.

De acordo com o projeto de lei, a responsabilidade administrativa pela prática de assédio moral independe das responsabilidades cível e criminal. A proposta prevê ainda medidas preventivas para combater o assédio moral, com a participação de representantes de sindicatos ou associações dos servidores públicos.

“O assédio moral é uma das formas mais terríveis de violência sutil nas relações organizacionais. A relação patronal no serviço público está no dever do agente público tratar com respeito, decoro e urbanidade todo e qualquer cidadão. Queremos garantir esse direito”, finaliza Novo.

ASSÉDIO MORAL E AGENTE PÚBLICO

Segundo o projeto de lei do deputado estadual Fábio Novo, assédio moral pode ser caracterizado pela conduta de agente público que tenha por objetivo ou efeito degradar as condições de trabalho de outro agente público, atentar contra seus direitos ou sua dignidade, comprometer sua saúde física ou mental ou seu desenvolvimento profissional.

Já o agente público pode ser todo aquele que exerce mandato político, emprego público, cargo público civil ou função pública, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação ou sob amparo de contrato administrativo  ou  qualquer outra  forma de investidura ou vínculo, no âmbito da administração pública.


Da Redação
redacao@cidadeverde.com

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

O Blog Assediados parabeniza "O Imparcial" pela iniciativa.

Jornal O Imparcial promove palestra com o tema "Assédio Moral em Ambiente de Trabalho"

Ediane Monteiro - O Imparcial Online




O Jornal O Imparcial promoveu, na tarde desta terça-feira (13), uma palestra com o tema "Assédio Moral em Ambiente de Trabalho".
O evento aconteceu no Espaço Impar, localizado na sede dos Diários Associados, na Rua Assis Chateaubriand, no bairro Renascença II e teve como público-alvo seus funcionários, clientes e parceiros com o objetivo de esclarecer dúvidas sobre o assunto.

O Editor Chefe de O Imparcial, Pedro Henrique, fez a abertura do evento e em seguida transferiu a palavra para o professor e advogado Antônio de Moraes Rêgo Gaspar, convidado para ministrar a palestra. Ele iniciou seus esclarecimentos com o conceito de assédio moral no ambiente de trabalho que se representa como: “uma série de comportamentos negativos entre colegas ou superiores e inferiores hierárquicos em que o ofendido é reiteradamente humilhado e atacado”.

Antônio Gaspar explicou que somente após seis meses de assédio, o ato pode ser caracterizado como assédio moral.

Esse foi o primeiro, de um ciclo de palestras que o Jornal O Imparcial realizará para a interação e melhor relacionamento no ambiente de trabalho entre os colaboradores e sociedade em geral.
Ao final do evento,l Antônio de Moraes Rêgo Gaspar abriu espaço para perguntas e várias pessoas aproveitaram a oportunidade para fazer seus questionamentos.

Conheça alguns exemplos que caracterizam o assédio moral:
• Instruções confusas e imprecisas ao trabalhador;
• Atribuir erros imaginários ao trabalhador;
• Exigir, sem necessidade, trabalhos urgentes;
• Dificultar o trabalho;
• Sobrecarga de tarefas;
• Ameaça, insulto, isolamento;
• Restrição ao uso sanitário;
• Ignorar a presença do trabalhador, ou não cumprimentá-lo, ou ainda, não lhe dirigir a palavra;
• Revista vexatória, e outras atitudes que caracterizam assédio moral, entre outros.

Esses exemplos foram retirados do site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

Fonte: http://www.oimparcial.com.br/app/noticia/impar/2011/12/13/interna_impar,104048/jornal-o-imparcial-promove-palestra-com-o-tema-assedio-moral-em-ambiente-de-trabalho.shtml

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Tribunais Devem Prestar Informações Sobre Assédio Moral ao CNJ

Trinta e oito tribunais federais e estaduais foram intimados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a prestarem informações sobre como enfrentam o problema do assédio moral no âmbito de suas administrações e a se manifestarem também sobre o Pedido de Providências da Federação Nacional dos Servidores do Judiciário dos Estados (Fenajud), que visa incluir o combate ao assédio moral a servidores como meta permanente no planejamento estratégico nacional do Poder Judiciário Brasileiro.

O Secretário Geral da Fenajud, Israel Borges, elogiou a medida dizendo que o combate ao assédio moral é uma das bandeiras da atual diretoria. Borges salienta que os servidores devem encaminhar as denúncias ao seu sindicato “para que sejam tomadas as medidas necessárias para coibir esse ato de violência contra o trabalhador do Judiciário”.

O ministro Gilberto Valente, conselheiro relator do pedido de providências da Fenajud no CNJ, diz que a criação e aprovação das metas anuais do Judiciário passam por processo de sugestão e amadurecimento, até que possam ser inseridas nos planos anuais. “O pedido do requerente nos parece de grande importância, no entanto, para fins de inserção nas metas, devem ser realizados estudos aprofundados sobre o tema”, declarou.

Segundo decisão do conselheiro, para dar início ao processo de estudo da Federação, ficou determinada a intimação dos Tribunais de Justiça estaduais, dos Tribunais Regionais Federais, dos Tribunais do Trabalho, dos Tribunais Eleitorais, dos Tribunais Militares, do Conselho da Justiça Federal e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho para que tragam informações sobre a questão abordada pela Fenajud, especialmente quanto à existência de programas ou projetos que cuidem da questão do assédio moral no âmbito dos Tribunais.

Os tribunais têm o prazo de trinta dias, a contar da intimação, para se manifestarem sobre o pedido de providências da Fenajud, após o que o processo segue para julgamento no plenário do CNJ.

Saiba mais
No último dia 7 de novembro, o advogado Sálvio Dino Castro protocolou, em nome da Fenajud, Pedido de Providências ao CNJ para que seja inserido no Planejamento Nacional Estratégico do Poder Judiciário, como meta permanente dos tribunais, o combate ao assédio moral no âmbito de suas administrações.

O pedido se fundamenta no princípio constitucional de que é dever do Estado brasileiro proteger a dignidade da pessoa humana, assim como combater e promover o bem de todos, sem preconceitos de sexo, raça, crença, idade e/ou qualquer outro tipo de discriminação.

Sálvio Dino, ex-Secretário de Direitos Humanos e Cidadania do Estado do Maranhão e assessor jurídico do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (Sindjus-MA), fundamentou o pedido em recentes decisões do Tribunal Superior do Trabalho, como também dos tribunais do Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia, que resultaram da luta organizada dos trabalhadores.

O assédio moral é considerado uma forma de tortura psicológica, podendo causar danos irreversíveis a saúde mental e física do trabalhador, e em alguns casos extremos, podendo induzir o trabalhador ao suicídio. A Constituição Federal assegura que ninguém deverá ser submetido à tortura, tratamento desumano, ou degradante.

 Fonte: http://www.serjusrj.org.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=2364&Itemid=174

sábado, 24 de dezembro de 2011

Para todos aqueles que hoje se sentem de alguma forma, necessitados da mão de Deus.



Seja para serem levantados, guiados, amparados ou restaurados... mas sequer sabem por onde começar.

Para aqueles que sentem dificuldade em acertar, mesmo em meio a muitas tentativas...

Para os que se sentem oprimidos, humilhados, desprezados e desrespeitados...

Para  todos que sentem a necessidade de serem libertos do mal (ou dos maus)...


Que o Natal seja isso...
colocar-se nas mãos de Jesus, e que Ele faça por nós, o que não somos capazes de fazer.

Um grande e carinhoso beijo

Assediados

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Relato 20

Participar de um Concurso Público Municipal é sempre algo desafiador, ser aprovado, motivo de orgulho e satisfação. Então quando em 2002 fui aprovada e nomeada para assumir um cargo público, senti-me muito feliz, pois assim poderia por em prática todas as coisas para as quais eu havia me preparado durante todos os anos de faculdade. Até o meu Trabalho de Conclusão do Curso, desenvolvi no Sistema Público de Saúde.

Fui designada então para um determinado “Distrito Sanitário”. Por conhecidência e falta de sorte minha, a responsável por esta unidade para a qual fui lotada, me conhecia anteriormente, e por questão de orgulho ferido, nutria algum tipo de desagrado ou despeito por mim.

Não foi preciso muito tempo para começar a sentir os efeitos mesquinhos de tais sentimentos.

Em curto prazo de tempo, fui transferida para TODAS  as Unidades de Saúde pertencentes a aquele Distrito Sanitário. A sua falta de respeito por mim se tornava cada vez mais clara, e o seu desejo de me prejudicar mais evidente.

Fui informada posteriormente por uma pessoa que inclusive, veio a ser minha testemunha dos fatos, que em todas as reuniões com as responsáveis pelas Unidades de Saúde o meu nome era citado de forma pejorativa, como se eu fosse uma peça de leilão: “... quem quer ficar com “ela”?

No decorrer dos dois anos que estive lotada naquele Distrito Sanitário protocolei vários pedidos de transferência para outro Distrito, e só recebia negativas, sem nenhuma justificativa formal.

No meu desespero para conseguir trabalhar de forma honrada, e conseguir por em prática todos os meus conhecimentos, fui pessoalmente ao RH pedir transferência, mas a responsável pelo Distrito Sanitário fora “advertida” a meu respeito. Então, além de não conseguir ser transferida, ainda fui repreendida pela minha algoz, que não admitia o fato de que eu tivesse solicitado transferência.

Como entender a lógica de mentes assediadoras? Ela tenta “leiloar-me”, disponibilizando-me como se eu fosse um sapato apertado e sem utilidade, mas quando quero ir, por livre e espontânea vontade, o meu desejo é negado sem nenhuma justificativa.   Assim ela buscava alcançar sua meta de tornar a minha vida e trabalho impossíveis.

As coisas foram tornando-se cada vez mais difíceis, o meu isolamento aumentava a cada dia.  Eu era proibida de manter contato com os colegas, fossem eles do mesmo nível hierárquico, superior ou inferior. Os colegas, também eram proibidos de manter contato pessoal ou profissional comigo, o que tornava os meus dias muito penosos.

Na tentativa de me sentir incluída em “algum lugar do mundo” comecei a frequentar o Sindicato de Funcionários Públicos Municipais.

Na mesma época a responsável pelo Distrito em que eu estava lotada, começou a participar das Avaliações do Estágio Probatório (período de adaptação em que o servidor público tem o seu desempenho avaliado para determinar a efetivação ou não, ao cargo para o qual foi nomeado).

Durante o período em que trabalhei, eu era transferida em média a cada dois meses, e a minha avaliação do Estágio Probatório só era feita após a minha saída das unidades.

As avaliações acontecem semestralmente, com isso, no momento da avaliação do meu Estágio Probatório, eu já tinha passado por duas ou três unidades de Saúde do Distrito que estava lotada e nunca consegui transferência para outros Distritos como eu desejava.

Mas como eu poderia ter o meu desempenho, adaptação, responsabilidade, organização, qualidade do trabalho, relacionamento, racionalização, etc. avaliados, sem ao menos ter tempo para conhecer o território, identificar as necessidades da população, desenvolver estratégias ou construir vínculos, fossem eles no âmbito pessoal ou profissional?

Tecnicamente, ela nunca poderia estar presente, porque na avaliação, as pessoas presentes deveriam ser: um responsável direto, um representante do RH e o profissional a ser avaliado.

Uma pessoa dos meus contatos relatou todo o assédio e sofrimento pelo qual eu passava a um Deputado Estadual. Fui aconselhada então, a procurar ajuda Judicial.

Logo depois, este mesmo Deputado tornou-se o Secretário de Saúde do Município. Imaginei que desta vez o meu sofrimento teria fim. Entretanto, o Assédio Moral pelo qual eu passava, continuou sendo ignorado por aquele que poderia ter-me ajudado.

Eu que sempre fui uma pessoa de hábitos moderados, engordei 20K durante os dois anos em que sofri todas essas agressões.

Acabei por sofrer um processo administrativo, fui acusada sem provas de atitudes ridículas, absurdas e até imorais.

O Procurador, em defesa do município, argumentou que eu não apresentava nenhuma evidência que sugerisse “dano moral”, entretanto, os laudos médicos que me consideravam: “apta sem restrições” eram sempre questionados. Foi feita então uma solicitação médica para que eu fosse transferida para outro distrito sanitário, mas sua prescrição foi ignorada. Algumas vezes o médico chegou a sorrir e se desculpar comigo pelo ridículo da situação.

O Procurador então solicitou uma sindicância para apurar os fatos.

Mesmo com os meus relatos, as testemunhas e as provas apresentadas, fui exonerada e saí literalmente pela porta dos fundos da Unidade de Saúde.

Apesar de tantos abusos e mudanças, eu amava o meu trabalho, ou melhor, amava o que sonhei que seria o meu trabalho e desejei com todas as minhas forças desenvolver um trabalho digno para a população que deveria receber os meus cuidados.

Fui questionada há pouco tempo por este blog, sobre quis eram os meus sentimentos em relação a tudo pelo que passei. Concluo que não teria as palavras adequadas, mesmo que usasse um dicionário inteiro pra explicar. Mesmo assim resolvi tentar: Sinto os meus sonhos, a minha segurança, minha saúde física e psíquica violados. Percebo com mais clareza do que nunca, o quanto fui ferida e desestabilizada.



 E quanto mais penso nisso, mais tomo consciência dos danos e do assédio moral que sofri. 

Sei que tudo que perdi é irrecuperável, mas também sei, que em momento algum posso me permitir perder a esperança.


     Assédio Moral Adoece e Mata.

Não Seja Conivente!

Denuncie!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Como Lidar com Assédio Moral no Trabalho

Na Alemanha, calcula-se que cerca de 1,2 milhão de pessoas são vítimas de assédio moral no trabalho. Na Holanda, 1 em cada 4 pessoas vai passar por algum tipo de assédio moral em certo ponto de sua vida profissional. E um relatório da Organização Internacional do Trabalho diz que o assédio moral é um problema crescente na Austrália, na Áustria, na Dinamarca, nos Estados Unidos, na Grã-Bretanha e na Suécia. Mas o que é exatamente o mobbing, ou assédio moral?


Segundo a revista alemã Focus, o assédio moral constitui-se em “perseguição freqüente, repetida e sistemática”. Mais do que apenas provocações no local de trabalho — sarcasmo, crítica, zombaria e trote —, o assédio moral é uma campanha de terror psicológico. O objetivo é fazer da vítima uma pessoa rejeitada.

As táticas de perseguição vão desde o antagonismo infantil à lesão criminosa. O indivíduo-alvo é submetido a difamação, abuso verbal, comportamento agressivo e tratamento frio e impessoal. Algumas vítimas recebem deliberadamente trabalhos extras ou com freqüência são escolhidas para fazer as tarefas mais desagradáveis possíveis, que ninguém mais quer executar. Colegas podem tentar sabotar seus esforços de trabalhar produtivamente, talvez retendo informações. Em alguns casos, os intimidadores furaram os pneus do carro da vítima ou invadiram seu computador.
A perseguição às vezes é praticada por uma pessoa, mas com mais freqüência ela parte de um conluio de colegas de trabalho. Por isso, a palavra mobbing — agir em turba — é apropriada, visto que sugere que um grupo de pessoas exerce pressão sobre a vítima, insultando-a ou atacando-a de propósito.

Não raro os efeitos da intimidação repercutem muito além do local de trabalho. Diversas vítimas sofrem graves problemas de saúde em conseqüência do tratamento cruel. Depressão, dificuldade em dormir e crises de pânico são algumas das conseqüências da perseguição. É claro que a perseguição pode transformar o ato de trabalhar num pesadelo. Há algo que possa ser feito para impedir isso? Como se pode conseguir paz no trabalho?


Dicas para encontrar a paz



A perseguição não raro começa com um desentendimento entre colegas. Assim, dê atenção imediata a mal-entendidos que o afetam de alguma forma, mas sem se intrometer em assuntos alheios. Tente apaziguar sentimentos feridos com tato e respeito. Trate as pessoas que trabalham com você de maneira individual, não coletiva. Se achar que alguém tem algo contra você, tente resolver a questão de maneira pacífica.

Além disso, todos se beneficiam quando as linhas de comunicação se mantêm abertas. Tente, então, comunicar-se com seu supervisor de maneira amigável e respeitosa sem dar a impressão de que está tentando ganhar seu favor. Lembre-se também de que a boa comunicação com seus colegas e subordinados servirá como antídoto contra o estresse.

Portanto, faça tudo que puder para se dar bem com os colegas de trabalho, o que não significa tentar agradar todo mundo, ou seja, aceitar tudo o que é exigido de você sem muita resistência e comprometer seus princípios apenas para manter a paz. Por outro lado, uma atitude calorosa e amigável pode quebrar o gelo, por assim dizer. Tenha cuidado não apenas com o que você diz, mas como o diz.


Seja razoavel com seus colegas


Estabeleça padrões razoáveis de conduta para si próprio. Evite ser confiante em excesso ou tímido demais. Se os colegas zombarem de você, procure não revidar. Você não ganha nada ofuscando o limite entre o bom e o mau comportamento. Se tratar os outros com respeito e dignidade, então provavelmente será dessa maneira que os outros vão tratá-lo.

Analise não só a sua conduta, mas também a maneira de se vestir. Pergunte-se: “Que impressão minhas roupas dão? Minha aparência é provocativa? Tenho uma aparência relaxada? Seria bom se eu adotasse um padrão sensato de roupas para o trabalho?”

Na maioria das culturas, trabalhadores diligentes e conscienciosos são respeitados e muito valorizados. Por esse motivo, tente ganhar o respeito realizando um trabalho de qualidade. Seja digno de confiança. Isso não significa tentar ser perfeccionista em tudo o que faz. Uma mulher que se tornou vítima de perseguição mais tarde admitiu que ela mesma tinha contribuído para isso. “Eu queria ser perfeita”, ela diz. Ao se dar conta de que a perfeição é um alvo impossível, ela comentou: “Sou uma boa funcionária, mas não tenho de fazer tudo perfeitamente.”

Não seja supersensível a comentários negativos. Nem toda crítica injusta é assédio moral. É verdade que seguir esses princípios sólidos não garante que você nunca mais será vítima do assédio moral. Apesar de seus melhores esforços, alguns colegas talvez continuem a persegui-lo. O que fazer, então?


 Procure ajuda

 
“Quando fui tratado de maneira fria durante vários meses, passei por um turbilhão de emoções”, admite Gregory. Sentir-se assim é típico das vítimas que suportam uma gama enorme de emoções dolorosas, tais como raiva, culpa, vergonha, confusão, além de sentimentos de inutilidade. A pressão do assédio moral pode levar até uma pessoa emocionalmente equilibrada a um estado de desespero. Então, o que se pode fazer?
Pesquisas indicam que é melhor não tentar lidar sozinho com o assédio moral. Onde a vítima pode encontrar apoio? Algumas das grandes empresas criaram uma maneira de auxiliar os empregados quando eles sentem que estão sendo intimidados. Essas empresas sabem que é nos seus próprios melhores interesses acabar com o assédio moral. Segundo certa estimativa, trabalhadores que praticam o assédio moral trabalham 10% a menos do tempo que deveriam trabalhar. Portanto, a vítima deve procurar esse tipo de ajuda que foi mencionada, onde estiver disponível. Um conselheiro neutro — quer de dentro da empresa onde a vítima trabalha quer de fora — pode ser o mediador e tomar a iniciativa de resolver a situação entre todos os envolvidos, além de estabelecer regras de conduta no trabalho.


Não existe solução definitiva

 
É claro que se deve reconhecer a falta de solução definitiva para o assédio moral. Mesmo os que aplicam os conselhos indicados neste artigo podem constatar que os maus-tratos no trabalho continuam. Dependendo do nível e da freqüência do assédio moral, alguns que passam por essa situação preferem procurar outro emprego. Já outros não têm muitas opções, visto que empregos podem ser escassos e os recursos que poderiam ser de ajuda talvez sejam poucos.

 Fonte: http://www.vagadetrabalho.com/dicas/20/como-lidar-com-assedio-moral-no-trabalho

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

CNJ Intima Tribunais Após PP da Fenajud Contra Assédio Moral

Mais de 80 tribunais brasileiros, dentre eles, Tribunais de Justiça estaduais, todos Tribunais Regionais Federais, todos Tribunais do Trabalho, todos Tribunais Eleitorais, todos Tribunais Militares, o Conselho da Justiça Federal e o Conselho Superior da Justiça do Trabalho, para que tragam informações sobre a existência de programas ou projetos que cuidem o combate ao assédio moral no âmbito de suas administrações. A medida que tem por objetivo combater o assedio moral nesses tribunais foi protocolada pela Federação Nacional dos Servidores do Judiciário dos Estados – Fenajud.
Através da Representação nº 0005824-81.2011.2.00.0000, a FENAJUD apresentou pedido de providências junto ao CNJ para que seja inserido como meta permanente do planejamento estratégico das administrações dos tribunais brasileiros o combate ao assédio moral. A Federação sugeriu também várias providências relacionadas ao tema. De acordo com o ministro Gilberto Valente, conselheiro relator do pedido de providências junto ao CNJ, a criação e aprovação das metas anuais do Judiciário passam por processo de sugestão e amadurecimento, até que possam ser inseridas nos planos anuais. “O pedido do requerente nos parece de grande importância, no entanto, para fins de inserção nas metas, devem ser realizados estudos aprofundados sobre o tema”, declarou.
Ao todo oitenta e sete tribunais brasileiros foram intimados pelo CNJ e terão o prazo de trinta dias para se manifestarem sobre o pedido de providências da FENAJUD, em razão da complexidade da matéria. Decorrido o prazo, os autos voltarão conclusos ao conselheiro Gilberto Valente para julgamento. O doutor Sálvio Dino, ex-Secretário de Direitos Humanos do Estado do Maranhão e assessor jurídico do Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão – SINDJUS-MA, atuará como advogado da FENAJUD nesse pedido de providência junto ao Conselho Nacional de Justiça - CNJ.

Informações: Secom/CSPB



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Ato Contra Assédio Moral no Shopping Tamboré

A agência do Bradesco no Shopping Tamboré ficou fechada durante a manhã desta segunda-feira 12 em protesto dos trabalhadores e do Sindicato contra más condições de trabalho e assédio moral. Denúncias dão contas de que bancários da agência vêm sofrendo com uma política de ameaças o que tem causado adoecimento e descontentamento dos trabalhadores.

“Isso tudo está acontecendo com o conhecimento do RH, do Departamento de Varejo e da Gerência Regional e as medidas tomadas até então, foram insuficientes para solucionar a questão”, afirma Osvaldo Caetano, dirigente sindical da Fetec-CUT/SP.
   
Recentemente uma funcionária com mais de 20 anos de trabalho foi demitida. De acordo com a bancária, o desligamento ocorreu apenas duas semanas depois de ela ter exposto aos psicólogos do departamento de recursos humanos do banco a situação de constrangimento e pressão vividos na agência. “Pediram para eu contar o que estava acontecendo e revelei todos os problemas vividos lá. Depois disso fui demitida”, alega a trabalhadora.


Programa – O Bradesco é um dos signatários do acordo de combate e prevenção ao assédio moral, conquistado no início de 2011 e o Sindicato exige medidas mais eficazes para eliminar o problema nos locais de trabalho. No canal de denúncias do Sindicato o anonimato é garantido. “É importante que as pessoas que estão sofrendo assédio denunciem, deixem o isolamento, de outra forma não temos como enfrentar o problema”, recomenda Neiva Ribeiro, funcionária do Bradesco e diretora do Sindicato. “Pelo canal de denúncia do Sindicato não há como o banco saber quem fez a queixa”, garante a dirigente.


 
Fonte: http://fetecsp.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=53652:ato-contra-assedio-moral-no-shopping-tambore&catid=41:em-cima-da-hora&Itemid=129

Assédio Moral no Trabalho, Adoece e Mata!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Anúncio discriminatório não é causa trabalhista


 
A 5ª Turma do TST considerou a Justiça do Trabalho incompetente para coibir os jornais a publicar anúncios de emprego e estágio com teor discriminatório, com expressões como “boa aparência”, “boa apresentação”. Houve uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Trabalho contra o jornal O Estado de S. Paulo.

Inicialmente, o MPT conseguiu tutela antecipada, determinando que o jornal se abstivesse de publicar anúncios com aqueles apelos. No mérito, porém, mais tarde, o juiz considerou a Justiça do Trabalho incompetente para julgar a ação. O TRT da 2ª Região (SP) reformou a sentença, entendendo que a matéria era de natureza trabalhista e envolvia a dignidade do trabalhador que se inicia no mercado de trabalho.

O jornal recorreu ao TST, sustentando que a ação não dizia respeito a qualquer relação de trabalho, mas a uma situação civil entre a empresa e seus anunciantes, “decorrente do contrato de aluguel de espaço para veiculação de mensagens”. 

A 5ª Turma concluiu que “o caso não compete mesmo à Justiça do Trabalho, pois não se originava de relação de trabalho, uma vez que não há lide entre empregado e empregador”. O relator manifestou que “a discriminação encontrada nos anúncios de ofertas de emprego ou estágio não é novidade e, de fato, desafia a atuação pronta e efetiva do Ministério Público”. 
Em outras palavras: o caso não é com a Justiça do Trabalho. O Ministério Público tem que encontrar outra saída. (RR nº 96000-63.2008.5.02.0014). 

O perfil do assediador

A Amaerj (Associação dos Magistrados do RJ) mantém, há mais de um ano e meio, um serviço de utilidade pública, de orientação aos cidadãos, sobre questões que causam dúvidas e costumam gerar problemas para indivíduos, famílias e empresas. O último boletim distribuído nesta quinta-feira trata do assédio moral. E resume qual é o perfil do assediador.


“Segundo psicólogos e psiquiatras especializados no problema, o praticante de assédio moral tem personalidade narcisista, com as seguintes características: 
  1. Fantasias de sucesso ilimitado e de poder; 
  2. Acredita ser especial e singular; 
  3. Tem excessiva necessidade de ser admirado; 
  4. Pensa que tudo lhe é devido; 
  5. Explora o outro nas relações interpessoais; 
  6. Inveja muitas vezes os outros e tem atitudes e comportamentos arrogantes.”

Distância dele!

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=77206